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Agenda

Happy hour 

17:55

Encerramento

17:45

Breve intervalo

15:55

De diverless a climberless: ampliando a transformação da inspeção e manutenção offshore

14:20

André Bevilaqua | Petrobras

O programa Sinergia Diverless vem transformando as atividades de inspeção e manutenção subsea por meio de tecnologias e soluções robóticas que reduzem a exposição humana às atividades de mergulho. A iniciativa agora está avançando para aplicações climberless, ampliando essa transformação para atividades offshore de inspeção e manutenção tradicionalmente realizadas por profissionais que trabalham em altura.

Intervalo para almoço

13:15

Perguntas e respostas

12:55

A apresentação abordará os principais desafios relacionados à implantação de uma unidade de fabricação de ROVs no Brasil, incluindo o desenvolvimento de uma cadeia nacional de fornecedores, a formação de mão de obra especializada, parcerias com universidades e escolas técnicas e o desenvolvimento de relacionamentos com clientes já estabelecidos no mercado brasileiro.

Desafios para a implantação de uma fábrica de ROVs Work-Class no Brasil

12:30

Cirilo Neto | Kystdesign

ROVs, AUVs e USVs compactos não são novidade, mas o interesse por essas plataformas vem crescendo à medida que elas se tornam mais capazes, incorporam novas ferramentas e assumem missões cada vez mais exigentes. Como resultado, espaço, payload, consumo de energia e complexidade de integração estão se tornando fatores cada vez mais relevantes. O Nucleus 1000 foi desenvolvido para esse contexto. Em um único pacote compacto, ele integra DVL, AHRS/INS, altímetro e sensores de pressão e temperatura, reduzindo o número de componentes separados e simplificando a integração ao veículo. A apresentação também abordará recursos como bottom track, water track, navegação inercial e perfilagem de correntes, demonstrando como essas capacidades podem contribuir para o controle do veículo, o posicionamento e a percepção do ambiente. O objetivo é discutir em quais situações uma arquitetura integrada como a do Nucleus pode atender às necessidades de veículos compactos e em quais situações soluções de navegação survey-grade continuam sendo necessárias.

Mais capacidade em veículos menores: navegação integrada com o Nucleus 1000

12:05

Pedro Pacheco | Nortek

Descubra como o Canopus auxiliou na instalação e calibração de um grande número de transponders em um campo localizado a 2.000 metros de profundidade. A apresentação demonstrará sua capacidade de gerenciar múltiplos protocolos acústicos, avaliar a eficiência do método de box-in com ROV e comparar os resultados da calibração de baselines com o Delph Subsea Positioning Planning.

Resultados de campo de operações em águas profundas no Brasil com o Canopus

11:40

Efrain Navarro | Exail

Coffee break

11:15

9:00

Abertura e boas-vindas

10:55

Perguntas e respostas

Carlos Leandro | OceanPact

10:30

O impacto da indústria subsea no setor de óleo e gás

Gabriel Sant’Anna | Shell

O mundo está evoluindo em um ritmo sem precedentes e a tecnologia continua avançando rapidamente. À medida que a indústria de óleo e gás permanece na vanguarda da inovação, qual é o papel do setor subsea nesse cenário em transformação? Neste fórum, será explorado o cenário atual da produção offshore de óleo e gás sob a perspectiva da dinâmica energética global e dos desafios enfrentados atualmente pela sociedade. Ao conectar essas tendências, será discutida a importância estratégica da indústria subsea para o futuro da energia, bem como os principais desafios técnicos, econômicos e operacionais que precisam ser superados para viabilizar a próxima fase de crescimento e desenvolvimento do setor.

09:40

O futuro do IMR em águas profundas: de embarcações convencionais a operações remotas

Alan Nunes | Equinor

A expansão da infraestrutura subsea em ambientes de águas profundas e ultraprofundas continua impulsionando a demanda por inspeção, monitoramento, manutenção e reparo. Ao mesmo tempo, embarcações especializadas representam uma parcela significativa dos custos de IMR e continuam tendo disponibilidade limitada. Esta apresentação discutirá como esse cenário pode transformar o modelo tradicional de operações subsea, destacando o papel crescente de embarcações não tripuladas, ROVs, AUVs e outras soluções robóticas. Com base na escala e na complexidade de campos como Bacalhau, serão exploradas oportunidades para a utilização de sistemas remotos, especialmente para inspeção e aquisição de dados, bem como as limitações atuais relacionadas à profundidade, capacidade de intervenção e lançamento de ferramentas. A visão apresentada é a de um modelo híbrido, no qual cada atividade é realizada pela solução mais eficiente, segura e adequada ao seu nível de complexidade.

10:05

Inspeção subsea em campos maduros: requisitos operacionais da PRIO

Victor Corcino | PRIO

A PRIO opera um portfólio de campos maduros na Bacia de Campos com extensa infraestrutura subsea, grande parte dela herdada de operadores anteriores. Isso cria desafios específicos de inspeção, incluindo ativos de diferentes idades e origens, dados históricos incompletos e a necessidade de priorizar recursos entre diversos campos. A apresentação compartilhará a realidade operacional enfrentada pela PRIO e contribuirá para as discussões sobre tecnologias capazes de atender a esses requisitos.

09:15

Inspeção de sistemas subsea e aplicações de AUVs residentes

01 | Painel de operadores e consultores

Bernardo Falcometa Sewald | Petrobras

O desenvolvimento de veículos autônomos de inspeção tem como objetivo aumentar a eficiência das inspeções subsea e reduzir custos. Os Hovering AUVs ampliam o escopo das operações autônomas ao possibilitar a inspeção de equipamentos subsea, incluindo árvores de Natal molhadas, manifolds e trechos verticais de dutos rígidos e flexíveis. Os maiores benefícios financeiros e ambientais podem ser alcançados quando o AUV opera sem uma embarcação de apoio dedicada, por meio de conceitos de operação residente, semirresidente ou de residência temporária. Essas abordagens permitem desvincular as operações com AUVs da programação das embarcações. No entanto, a infraestrutura subsea da Petrobras é complexa e geograficamente dispersa, criando desafios significativos para a navegação autônoma de longa distância utilizando sistemas de navegação inercial, busca de dutos e recursos de rastreamento de dutos.

02 | Sessão tecnológica
03 | Estudos de caso e tendências de mercado

Desenvolvimento do AUV híbrido Parati

14:45

Ettore Apolonio de Barros | USP

Um veículo subaquático não tripulado encontra-se nas etapas finais de desenvolvimento para operação em águas rasas, nos modos autônomo e teleoperado. O modo autônomo é realizado por um AUV de cruzeiro, que executa manobras pré-programadas de acordo com os objetivos da missão. No modo teleoperado, o veículo mantém o conjunto de baterias utilizado no modo autônomo e incorpora um cabo umbilical de fibra óptica para a troca de comandos e dados entre o veículo e o operador na superfície, com alta taxa de comunicação. São apresentadas as características do projeto e das pesquisas relacionadas aos subsistemas do veículo, incluindo a arquitetura de controle, os sistemas embarcados, a hidrodinâmica, o controle sob a ação de ondas e os sistemas de navegação.

Operações integradas, decisões inteligentes: eficiência offshore em operações simultâneas

15:10

Lourdes Diogo & Victor Carvalho | Oceaneering

Como a integração entre o Ocean Intervention II (OI2) e o veículo de superfície não tripulado DriX, da Exail, aumenta a segurança, a eficiência e a produtividade das operações geofísicas e hidrográficas.

Perguntas e respostas

15:35

Da capacitação à confiabilidade: como o desenvolvimento de competências técnicas impacta as operações offshore de Survey

16:10

Felipe Árabe | C-Innovation

Nas operações offshore de Survey, a capacitação técnica desempenha um papel fundamental para garantir a confiabilidade dos sistemas, a autonomia operacional e a continuidade das operações. Esta apresentação compartilhará experiências práticas da C-Innovation Brasil relacionadas à evolução de seus programas de treinamento técnico e ao impacto desses programas nas operações do dia a dia, incluindo a redução de solicitações de suporte, falhas recorrentes e períodos de indisponibilidade relacionados ao conhecimento e à utilização dos sistemas. A apresentação também abordará desafios operacionais, lições aprendidas e a importância da integração entre pessoas, tecnologia e processos. Como estudo de caso, serão exploradas as operações do Bram Bravo utilizando o ROVINS Nano, destacando a mobilização dos equipamentos, a preparação da equipe, os desafios encontrados e as lições aprendidas ao longo da operação. O objetivo é demonstrar como o desenvolvimento de competências técnicas, combinado à experiência operacional e ao uso eficaz da tecnologia, pode contribuir diretamente para operações offshore mais confiáveis, eficientes e resilientes.

PIDR-1: programa de inspeção de dutos rígidos nos campos de Peroá/Cangoá (BES) e Atlanta (BS)

16:35

Suelen Gouvea | OceanPact

O projeto de inspeção PIDR, realizado pela OceanPact, teve como objetivo avaliar a integridade e as condições dos dutos rígidos subsea nos campos de Peroá/Cangoá, na Bacia do Espírito Santo, e no campo de Atlanta, na Bacia de Santos. A campanha foi realizada utilizando um ROV Work-Class, apoiado por uma embarcação RSV, com sistemas de inspeção visual, gravação de vídeo e aquisição de dados georreferenciados. Para os dutos, o escopo incluiu inspeções PIDR-1 e PIDR-2, abrangendo o mapeamento dos dutos e do leito marinho com MBES, a identificação e medição da profundidade de enterramento, bem como a caracterização de vãos livres, altura e condições da infraestrutura. Também foram realizadas medições de potencial eletroquímico, além da produção de fotografias e relatórios. O escopo contratado incluiu 41,8 km de PIDR-1 e 141 m de PIDR-2, demonstrando a dimensão da campanha e a necessidade de planejamento, controle de qualidade e integração entre a aquisição, o processamento e a entrega dos dados.

Os desafios do suporte técnico no Brasil

17:00

Rafael Gomes | DOF

Perguntas e respostas

17:25

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